THE ELDERLY ABUSE WITHIN THE FAMILY CONTEXT

EL PROBLEMA DEL ABUSO EN LOS ANCIANOS EN EL CONTEXTO FAMILIAR

AUTORES: Helena Falcão, José Ali-Can

Resumo

O aumento previsível do número de idosos e a actualidade socioeconómica fazem com que o idoso, em especial em idades mais avançadas, e mais dependentes, possa ter de ir viver com familiares e onde pode vir a tornar-se vítima de situações de abuso.

Os laços existentes entre o idoso e o abusador, fazem com que a incidência e prevalência do abuso de idosos em contexto familiar seja difícil de detectar e existam escassos estudos sobre a temática. Os números conhecidos são já preocupantes. Na génese estão factores sociais, culturais, familiares, económicos mas também características individuais de abusadores e idosos.

A maioria das situações apenas consegue ser devidamente detectada e encaminhada quando o idoso recorre aos serviços de saúde. É essencial que os profissionais de saúde estejam atentos e preparados para detectar e sinalizar estas situações. Da mesma forma é essencial e fomentar o desenvolvimento de programas formativos e estruturas de apoio.

Com esta comunicação pretende-se reflectir sobre a problemática do abuso nos idosos em contexto familiar, consciencializar e estimular o interesse de todos os que trabalham com idosos, e da sociedade em geral, para esta temática com vista à detecção e encaminhamento de potenciais situações problema. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica em bases de dados nacionais e internacionais.

A detecção, sinalização, diagnóstico, tratamento e protecção das vítimas são passos fundamentais para evitar ou minimizar as suas consequências físicas e psicossociais. É um problema complexo que requer a conjugação de vários profissionais e várias entidades.

Palavras-chave: idoso, maus tratos, profissionais de saúde

Abstract

The predictable increase of the elderly population and the socioeconomic activity make the elderly, especially in a more advanced age and the more dependant ones, may have to move in with family members and this may turn them into an abused victim.

The existing bonds between the elderly and the abuser make the occurrence and repetition of the abuse within the family context hard to detect, and few studies on the theme are being made. The known numbers are now a cause for concern. In its origin are social, cultural, family and economic factors but also individual characteristics of the abuser as well as the elderly.

Most of the situations can only be properly detected and addressed when the elderly requires healthcare. It is vital that the health professionals remain aware and prepared do identify these situations. It is also vital to encourage the development of training programs and support systems.

With this essay one aims to think about the problem regarding elderly abuse within the family context, to make awareness and stimulate the interest of all, who work with the elderly and society in general, towards detection and follow up of potential problem situations. The method used was bibliographical research on national and international databases.

Detection, diagnosis, treatment and protection of the victims are fundamental steps to avoid or minimize physical and psychosocial consequences. It is a complex problem that requires the conjugation of several professional and entities.

Key words: elderly, abuse, healthcare professionals

Introdução

A sociedade em geral presta o culto da beleza e juventude e demonstra aparente indiferença pelos mais velhos. Casos mais recentes vindos a público nos meios de comunicação social, colocam a descoberto a aparente incapacidade das estruturas governamentais e não governamentais no apoio à pessoa idosa.

O fenómeno do envelhecimento da população é cada vez mais um problema e Portugal não é excepção. Agravou-se o envelhecimento populacional na última década e actualmente 19% da população portuguesa tem 65 ou mais anos de idade, o que indica que “Portugal tem hoje uma população mais idosa que jovem” (Censos 2011, p. 14). A realidade socioeconómica actual faz com que o idoso (em especial nas idades mais avançadas e nos mais dependentes) possa ir ter de ir residir com familiares/cuidadores onde pode tornar-se vítima de situações de violência.

A violência sobre o idoso em contexto familiar é de difícil percepção por se tratar de um problema cuja realidade é desconhecida e um assunto encoberto pelos envolvidos. Estes aspectos associados à falha na detecção de situações problema e dos sistemas de protecção social fazem do idoso particularmente propenso a ser uma vítima silenciosa.

Este trabalho visa reflectir sobre a problemática do abuso nos idosos em contexto familiar, estimular o interesse por esta temática, alertar para este problema a todos os que directa ou indirectamente trabalham com o idoso de forma a detectar, sinalizar e encaminhar potenciais situações, bem como fomentar o desenvolvimento de programas formativos e estruturas de apoio.

Vítima Silenciosa

Em pessoas idosas, a violência pode ser categorizada em três dimensões: sociopolítica (desigualdade nas estruturas económicas e politicas); institucional (ocorre em instituições de saúde ou outras de apoio a idosos) e intrafamiliar (os agressores são familiares/cuidadores e é a face mais encoberta da violência contra idosos) (Faleiros 2007 citado por Araújo e Filho, 2009).

Ser idoso é ter uma história de vida vasta e interessante pelo que já experienciou ao longo das várias etapas da vida. Mas esta nova etapa é talvez a mais difícil. O processo fisiológico de envelhecimento causa limitações que estão na base de alguma fragilidade e que tornam o idoso numa vítima especialmente vulnerável, em razão “da sua idade avançada, do seu estado de saúde, ou do facto de o tipo, o grau e a duração da vitimização haver resultado em lesões com consequências graves no seu equilíbrio psicológico ou nas condições da sua integração social” (Lei nº 112/2009 de 16 de Setembro Capitulo I, Artigo 2º ponto b).

A realidade socioeconómica actual faz com que perante a perda do conjugue e/ou o aumento de dependência (em especial em idades mais avançadas), o idoso tenha, por vezes, de deixar a sua casa para ir viver com familiares. Um estudo realizado por Oliveira et al (2008) concluiu que a faixa etária de mais de 75 anos ou mais, apresentam 1,65 vezes mais possibilidades de serem dependentes funcionais quando comparados com o grupo etário 55-64 anos.

Associado ao risco de abuso aparece frequentemente associada a demência (Wiglesworth et al 2010; Bitencourt et al 2007). O Programa Nacional para a Saúde da Pessoa Idosa (Direcção Geral de Saúde, 2006) aponta para uma prevalência da demência que aumenta de 1% aos 65 anos para os 30% aos 85 e mais anos, duplicando em cada 5 anos entre os 60 e 90 anos. Torna-se penoso assistir à perda progressiva de memória, da capacidade de raciocínio, da autonomia e independência que transforma o ente querido em apenas uma face conhecida com comportamento imprevisível, perturbador e com défices comunicacionais. Isto pode gerar no cuidador ansiedade, depressão e stress (Figueiredo, 2007).

 A conjugação destes factores fazem do idoso uma pessoa vulnerável física e emocionalmente, aos mais variados tipos de abuso. Torna-se difícil conhecer a incidência e prevalência do problema, uma vez que a maioria dos casos acontece no meio familiar, e os laços que unem o idoso ao agressor fazem com que sobreviva em sofrimento e que não denuncie a situação. Muitas situações só são detectadas quando o idoso recorre ao hospital e os danos são irreparáveis. Os profissionais de saúde acabam por ser a última esperança de que o idoso seja respeitado na sua dignidade e individualidade.

Em geriatria, segundo a Action on Elder Abuse e a Internacional Network for the Prevencion on Elder Abuse, e adoptado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) (2002, p. 126) à violência sobre o idoso denomina-se abuso, ou seja o “acto simples ou repetido ou a ausência de uma acção apropriada, que ocorre num qualquer relacionamento de confiança que prejudique ou provoque dano ou tensão numa pessoa idosa”. Ainda de acordo com a OMS (2002) são cinco os tipos de abuso sobre o idoso que raramente aparecem isolados:

  • Abuso físico – infligir dor ou lesão, coação física, ou domínio induzido pela força ou por drogas;
  • Abuso psicológico ou emocional – agressões verbais ou gestuais com o objectivo de aterrorizar, humilhar e restringir a liberdade do idoso;
  • Abuso financeiro ou material – uso ilegal ou inapropriado de fundos, propriedades ou bens do idoso;
  • Abuso sexual – contacto sexual não consensual, de qualquer tipo, com o idoso;
  • Negligência – recusa ou falha em desempenhar a obrigação de cuidar do idoso. Pode ou não ser intencional.

Em Portugal, os números reais deste problema são desconhecidos e difíceis de obter mas dados existentes são preocupantes. Segundo Ferreira – Alves e Sousa (2009) e Borralho et al (2010) concluíram que a negligência e o abuso emocional são os mais prevalentes e que mais de metade dos indivíduos estudados apresentou pelo menos um indicador de maus-tratos. Os dados sobre pessoas idosas vítimas de crime da APAV (2011) não contemplam a negligência como um dos tipos de crime, sendo os maus-tratos físicos (22,9%) e psíquicos (27,1%) os predominantes. Ainda de acordo com a APAV (2011), o maior problema reside na violência que ocorre no domicilio (86,9%), a vítima tipica tem entre os 65-75 anos, é do sexo feminino (82,2%) e o agressor tipico é o conjugue (33%) e filho/a (27%). Dados que vão de encontro à biliografia internacional consultada (Sanches et al, 2008; Usaola e Cantera, 2004; Gaioli e Rodrigues, 2008).

A origem do abuso é multicausal. Estão implicados factores sociais, culturais, familiares e também individuais (Borralho et al, 2010).

As evidências de abusos, são, na maioria, de abusos físicos por serem os mais fáceis de detectar, e ocorrem quando a situação atingiu proporções gravíssimas. Estas situações recorrem aos serviços de saúde mascaradas com as mais diversas histórias. O profissional de saúde, em especial o enfermeiro (pela relação de excelência que estabelece com o idoso), tem um papel privilegiado que lhe permite aperceber-se de pequenos indícios a nível do comportamento do idoso e/ou do cuidador, de que algo não está bem e actuar atempadamente. No entanto, o idoso que é vítima, quando confrontado, mantém o silêncio e muitas vezes nega a sua situação. Isto ocorre devido ao medo de perder o cuidador e ficar só, de ser institucionalizado, de perder a privacidade e as relações familiares, de sofrer recriminações por parte do abusador, da exposição pública, de ser desacreditado, de ser o responsável pelo abuso (Quinn e Tomita 1997 citados por Ferreira – Alves, 2009), por minorar a gravidade da situação, por vergonha e por vezes pela minimização das suas queixas pelos profissionais de saúde (Ferreira, Vieira, e Firmino 2006).

Sinais que de alerta, em especial para os profissionais de saúde (OMS, 2002; APAV, 2002) são a incoerência entre a história clínica e as lesões apresentadas, exames laboratoriais/imagiológicos inconsistentes com a história fornecida, a incoerência entre a história apresentada pelo idoso e pelo cuidador e a recorrência frequente aos serviços de saúde por doença crónica sem tratamento adequado apesar de ter ao dispor os meios necessários, maus cuidados higiene, desnutrição, desidratação, sentimento de medo e de culpa, recusa de apoio.

Além dos sinais de alerta, os indícios de abuso são auxílios preciosos dos profissionais que lidam com idosos, em especial se o abusador é um familiar próximo. Implica estar atento a características do cuidador/abusador mas também do idoso (Costa et al  2009; Minayo, 2003; Usaola e Cantera, 2004; Capezutti, 2011; Gaioli e Rodrigues, 2008):

  • Características individuais do abusador

 – Dependência de substâncias, comportamento desviante;

– Perturbações da saúde mental ou física;

– Famílias desestruturadas (relações disfuncionais, crises na vida familiar, emigração);

– Personalidade imatura e impulsiva, baixa tolerância a frustrações, baixa auto-estima;

– Antecedentes de ter sofrido no passado maus tratos por parte do idoso;

– Sobrecarga física e emocional e falta apoio familiar;

– Problemas sócio – económicos e dependência financeira do idoso;

– Intolerante, indiferente ou excessivamente ansioso face à vítima;

– Género masculino;

  • Características individuais da vítima

– Vulnerabilidade e dependência;

– Perturbações cognitivas e físicas;

– Personalidade e temperamento não adaptados ao abusador;

– Género feminino;

– Falta de suporte social/isolamento;

Reconhecer a existência destes indícios como suspeitos é o primeiro passo para ajudar o idoso. A presença de indícios não implica estar perante um abuso confirmado, mas deveria intervir-se de forma efectiva (Costa et al 2009) o que implica a monitorizar da situação, proceder e encaminhar atempadamente.

As barreiras que podem dificultar a intervenção dos profissionais prendem-se com a dificuldade em lidar com estas situações, falta de preparação técnica, ausência de protocolos para o apoio e encaminhamento, desconhecimento de redes de apoio, profissionais que atribuem as causas ao próprio envelhecimento (quedas, esquecimento na toma da medicação) ou às doenças subjacentes ao invés de consequências de abusos (Costa et al, 2009).

As questões relacionadas com o abuso ao idoso envolvem a família, os profissionais que prestam cuidados e em última instância o sistema de saúde e a sociedade em geral (Sanches et al, 2008). É um problema complexo que requer a conjugação de vários profissionais e várias entidades.

Em termos de saúde, as políticas para o envelhecimento saudável devem incidir em três vertentes: manutenção e aumento das competências para ultrapassar a dependência; expansão e melhoria das medidas de reabilitação de modo a voltar a ter uma vida independente e a resolução dos problemas dos idosos dependentes de outras pessoas (Tamer e Petriz, 2007). Ao mesmo tempo importa desenvolver programas de prevenção para a população em geral, formação específica a profissionais e voluntários. Os idosos devem também ser informados sobre a quem e como recorrer, bem como as redes de apoio que tem à sua disposição caso estejam a ser vítimas de algum tipo de abuso (Ferreira et al, 2006). Situações de negligência, que ocorrem por desconhecimento dos cuidados de saúde adequados à necessidade do idoso por parte dos cuidadores, podem necessitar de uma intervenção de saúde e social.

Os Enfermeiros são dos mais implicados neste processo. A sua actuação passa pela prevenção (formação à população em geral), detecção (é um dos principais agentes) e encaminhamento para vários níveis de intervenção em termos de saúde.

A detecção, sinalização, diagnóstico, tratamento e protecção das vítimas são passos fundamentais para evitar ou minimizar as suas consequências físicas e psicossociais. É um problema complexo que requer a conjugação de vários profissionais e várias entidades.

Considerações Finais

As sociedades actuais caminham a passos largos para o envelhecimento global da população, o que faz disparar os receios de abusos em especial no meio familiar onde o silêncio impera.

O profissional de saúde acaba por ser a última esperança para o idoso, vítima silenciosa de abusos, e das famílias à beira da ruptura e em risco de cair no abuso. O Enfermeiro tem um papel impar na detecção e encaminhamento de situações suspeitas. Implica o seu envolvimento na formação e reformulação de procedimentos, criação de articulação com várias entidades e estreitamento de redes de comunicação com os vários parceiros de saúde quer institucionais quer da comunidade, bem como agentes de segurança e de justiça.

A resolução da problemática do abuso nos idosos em contexto familiar, implica uma abordagem transdisciplinar e o desenvolvimento de canais de comunicação, protocolos e estratégias entre vários grupos profissionais e/ou instituições das várias áreas da saúde, segurança e justiça.

Tendo presente que no futuro o número de idosos suplantará o das classes mais jovens, urge a necessidade de rever políticas e procedimentos para a terceira idade, bem como as políticas de apoio e assistência a idosos e seus cuidadores.

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